terça-feira, 11 de janeiro de 2011


   O que escrever as duas horas da madrugada de uma sexta-feira, com o abajur do quarto aceso e o coração tão cheio da penumbra deixada pela luz que outrora fora felicidade?
   Não sei... Apenas pretendo deixar que as palavras fluam; por si só elas tomarão algum rumo - talvez o caminho de casa, em algum lugar onde a felicidade me aguarda na porta da frente, com uma xícara de café quente e alguns biscoitinhos da sorte. 
   Possivelmente aceitarei o reconfortante café, a fim de recobrar o tino perdido ao longo deste tão extenso caminho. De bom grado aceitarei um ou dois biscoitos mas deixarei a sorte de lado: já terei ganhado o premio máximo.

(Campinas, madrugada nº. 18 do mês de setembro de 2010)

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